11 abril 2015

Será que agora eu volto?


Olá amigos!

Ensaio uma volta à escrita há bastante tempo.... os intervalos são longos, mas não estou parado. O blog sim. O APROPRIAR anda parado. Não porque deixou de se apropriar das coisas, mas porque as demandas preocupacionais aumentam a cada ano!
Nesse tempo realizei viagens intereducacionais em instâncias inimagináveis por mim: Atuei da Educação Infantil e Ensino Fundamental 1 e 2, Ensino Médio, Licenciaturas, pós lato-sensu, cursos de extensão, tutoria em EAD, palestras, livros, estudos, pós, mestrado..... e Creche!
Pois é. Atuei por quase um ano em duas creches conveniadas. Uma aventura interessante dentro da minha carreira docente e, de repente, viro diretor. Só professoras, muitas crianças, bebês de 0 a 4 anos, coordenadora, gestora, diretoria de ensino.... enfim, aprendi muito nesse período.
Não posso afirmar que era meu sonho ser diretor de uma CEI Conveniada, mas faltava essa experiência no meu currículo, embora eu tenha trabalhado muitos anos com educação infantil. mas nunca como diretor de unidade.
Só posso agradecer por ter tido essa oportunidade e isso me veio como um reforço na carreira docente!
Acho que essas experiências tem contribuído muito com minhas aulas no ensino superior. Nas minhas palestras para gestores de escolas particulares, com certeza terei mais coisas a dizer!
Adoro minha profissão. Professor. Docente!
Sou o profissional mais feliz do meio educacional. Aceito desafios.
É isso. Um texto curto e revelador.

Pense nisso!

Até mais!

14 janeiro 2013

Ouvindo músicas, editando textos. Voltando com o APROPRIAR (aos poucos!)

Olá amigos,

É interessante como acabamos nos encontrando com muita gente nessa trajetória de escola em escola, não? E a Escola, por ser nosso lugar-comum continua sendo a "velha" escola de sempre.
Entramos, ficamos e saímos; de algumas, a passagem breve não permite nem que se lembrem de nós; de outras, jamais esquecemos de todos os ex-companheiros... é, o tempo vai passando pra nós também! 

Repetimos as mesmas séries mas, pertencemos a ciclos diferentes, podemos ascender ou iniciar tudo de novo. A cada ano ganhamos experiências novas, conquistamos muitas novidades que agregam valor às nossas apropriações de conteúdo e de novas práticas...e nesse vai e vem de relações, nos encontramos mais maduros, experientes; nem sempre melhores, talvez mais espertos com as dinâmicas das escolas e dos alunos, talvez cansados em alguns momentos, talvez desiludidos em outros. 
Mas, estamos na Escola. 
Somos aqueles que sempre respondem: Não, eu só dou aulas! 
Vivemos, respiramos, Escola. É a nossa vida. É a nossa profissão, nosso trabalho. 
Buscamos respeito, nos exigem empenho, queremos respeitar também, queremos nos aprofundar mais nas relações, queremos sempre um "algo mais", temos grandes aspirações, temos muitos sonhos, pensamos grande, nem sempre conseguimos concretizar tudo o que pensamos, sentimos, nem recebemos de volta o que oferecemos, mal somos correspondidos, enfim, nem sempre temos o retorno esperado dos nossos dirigentes também!

Há sempre algo que fica à desejar nesta ou noutra Escola, o grau de exigência aumenta, o respeito diminui, o salário melhora, sei lá, penso que não podemos reclamar e, quando reclamar se torna uma premissa, melhor abandonar o barco logo, não é preciso que fiquemos atrelados a esta ou aquela Escola.
O importante é que esses momentos turbulentos da nossa carreira tem muito a nos ensinar.
Momentos de pensar em tudo o que fizemos, no que realizamos, no que compartilhamos.
O que fica? Pouca coisa.
Fica exatamente o que precisa ficar. Nem mais nem menos.

Texto um tanto crítico, um pouco chato, mas verdadeiro, assim como fui até agora na minha carreira profissional.


Falando sobre o que sinto hoje, digo que as escolas estão sem saber o que fazer com tecnologia e educação, por conta do mundo de informações disponíveis e do fácil acesso aos computadores, tablets e outros equipamentos.... e, sinto que essa nova "era" está mais retrocedendo do que avançando e sabe porque? Justamente porque algumas escolas públicas com a simplicidade do seu público vem alcançando metas em educação e tecnologia que as escolas particulares nunca conseguiram; uma delas é envolver o aluno na aprendizagem, tentar fazêlo gostar da escola e aproveitar tudo o que uma escola particular pode oferecer.
Sinto que nos encontramos nesse momento delicado, onde o "menos é mais", porém, o menos não poderá ser irrisório! As grandes escolas de São Paulo estão entrando na onda dos tablets, mas nem mesmo sabem o que fazer com eles! Os professores entendem os tablets como um "laboratório móvel"! 
Só isso. 

Voltei com o APROPRIAR pra tentar externalizar o que ando pensando e fazendo por aí. 
Criar um blog é fácil, difícil é manter a regularidade das postagens e atualizações!
Sempre digo isso aos meus professores-alunos, inexperientes em blog, experientes em suas matérias, mas que no fundo, no fundo, acham que a tecnologia é uma grande babaquice-exigente das escolas.

09 fevereiro 2009

DIA DA INTERNET SEGURA

Amigos,

Navegando, como sempre, buscando novidades, acabei de saber que amanhã, 10 de fevereiro é o "Dia da Internet Segura"; mais do que uma iniciativa, é algo que nos fará refletir sobre o mundo virtual, suas particularidades e especificidades, o que vem tornando a web cada dia mais parecida como o mundo real.
Vale a pena ler e assistir ao video.
Observe essas dicas e boa navegação!

Fonte: UOL Tecnologia

20 outubro 2008

PALESTRA SOBRE WEB 2.0 E NOVAS TENDÊNCIAS EM TECNOLOGIA

Meu amigo, professor Carlos Valente, professor e consultor de Tecnologia de Informação da Universidade Anhembi Morumbi, fará palestra gratuita na Saraiva Megastore do Shopping Paulista dia 08 de novembro, sábado, às 14h. Na ocasião, Carlos abordará a Web 2.0 e como se preparar para enfrentar as mudanças trazidas pelas novas tecnologias.

O evento, aberto ao público e gratuito, vai apresentar vivências e experiências práticas das novas aplicações da internet com exemplos de tendências tecnológicas impactantes como a Web 2.0. O professor também abordará os novos conceitos de "Cloud Computing" liderado pelo Google e pela própria IBM, analisando como os ambientes tridimensionais mudarão a forma de trabalho num futuro próximo.

Carlos Valente foi responsável pelo I Congresso do Second Life na Educação, realizado em 2007 na Anhembi Morumbi e discutiu o ensino no ambiente virtual. O professor é Doutorando (ITA) e Mestre em Engenharia de Computação (IPT); Pós-Graduado em Análise de Sistemas (Mackenzie), Administração (Luzwell-SP) e Reengenharia (FGV-SP); e co-autor do livro “Second Life e Web 2.0 na Educação”.

Serviço:

Local: Shopping Paulista

Endereço: Rua Treze de Maio, 1947 – Bela Vista

Data: 08 de novembro

Horário: 14h00 às 15h30

Mais informações: www.livrariasaraiva.com.br

Entrada gratuita

15 agosto 2008

Web Quest: O lado bom da web na Educação

por Gustavo Rodrigues na Revista PROFISSÃO MESTRE

O conceito é relativamente novo, não muito conhecido no Brasil, mas já visto como uma jóia do ensino aliado à tecnologia; uma revolução para as pesquisas escolares, que envolve alunos de todos os níveis da formação educacional. Para quem ainda não conhece, a WebQuest (WQ) é um sistema virtual multidisciplinar que hoje conta com mais de dez mil páginas na Web e propostas de educadores de diversas partes do mundo (EUA, Canadá, Islândia, Austrália, Portugal, Brasil e Holanda, entre outros).

Leia a matéria na íntegra, clicando aqui!

Mais Dicas sobre WQ, clique aqui!

14 agosto 2008

Utilizando recursos, revendo sua prática!

Olá amigos!

É incrível como esse termo, muito usado ultimamente, revela os anseios das pessoas... todos querem utilizar recursos: do carro, da geladeira, do celular, do solado do tênis... porém, revisar a sua prática, ninguém pensa!
Há algum tempo atrás, o grande desafio era você decifrar as inúmeras possibilidades de um controle remoto da tv ou do vídeo-cassete (alguém lembra?). Ficávamos por horas tentando programar a gravação de um seriado da tv na hora marcada para assistirmos todos os episódios da semana, no fim dela. Inicialmente, esse era um dos papéis fundamentais do homem: programar o vídeo-cassete para a gravação da novela para a mulher enquanto ela ia para a faculdade, por exemplo. Depois, com o crescimento dos filhos, isso foi automaticamente transferido para eles... Outro exemplo é o carro: inicialmente, o homem comprava e se preocupava com tudo que era relacionado ao carro, inclusive o abastecimento, calibragem de pneus, alinhamento, reparos básicos, etc... hoje, o que acontece é que, embora ainda persista essa imagem de que o homem deve se preocupar com tudo no carro, surgem os itens que complementam as novidades automobilísticas; começando pelo computador de bordo, cor do painel, porta copos e outros objetos, tecido e padronagem dos bancos, tamanho do porta-malas, som, aquele identificador de objetos que obstruem as suas manobras e evitam as batidas de ré... e aí, as mulheres passaram a se preocupar mais e a se interessar pelos carros e seus recursos maravilhosos. Enfim, cito essas coisinhas para lembrar que, antes mesmo de pensar nesses detalhes existem outros muito mais relevantes e importantes: a Educação, por exemplo.
O trânsito, tema tratado constantemente e que, sempre de forma polêmica , já se tornou um assunto tão complicado quanto religião ou opção sexual.
E aí chegamos a um ponto muito discutido ultimamente: a lei seca no trânsito.
Será que alguém aí pensou que a Educação seja o melhor remédio para as tragédias do trânsito? Ok. Era preciso algo mais rígido para tentar resolver esse problema, tanto que tem muita gente que está abandonando o hábito de beber e dirigir, agora só bebem.
Porém, sem discutir a viabilidade e aplicabilidade de leis, o que vemos no trânsito é algo muito além dessa questão: a falta de educação prevalece!
Tem gente ao celular, falando o tempo todo em que está dirigindo; gente lendo jornal ao volante; ouvindo som de altíssima potência no último volume ao ponto de estremecer os carros que andam ao seu lado; os duelos de faróis altos; carros populares são oprimidos pelos carrões, aliás, tem tanto carro novo nas ruas que a gente nem consegue mais associar nomes, modelos e fabricantes... é "picanto", "clio", "x-sara", "c-3", "200 e alguma coisa"..."300 e alguma coisa"... enfim, é praticamente impossível se lembrar de tantas opções!
Então, retomando a questão dos "recursos", tudo o que há de mais atualizado em tecnologia possui recursos inimagináveis e inutilidades que você talvez nunca irá usar realmente, mas só em saber que você tem aquele recurso, você não abre mão de tê-lo. É amigos... esse é o ponto drástico da coisa. Ter, possuir, são coisas ligadas, como sabemos, ao status do sujeito. Isso prevalece. E não adianta pixar os BBB´s da vida que buscam o "sucesso" a todo custo (se é que isso é "sucesso"!). É isso o que as pessoas vão buscando e, para isso, até depreciam as melhores "frutas" que consumimos, transformando-as em objetos ligados a superexposição na mídia com ligações estreitas com "música" e sexo. E a Educação.
Alguém consegue ler na mídia alguma novidade da Educação que não seja a construção de uma escola-modelo, um professor apanhando de alunos, conflito entre gangues numa escola afastada do centro, professor envolvido com pedofilia, creche que não cuida bem de seus educandos, críticas quanto à formação de professores?
É nessa hora que observamos o quanto precisamos de Educação. Muitos congressos, encontros, simpósios, seminários, etc., acontecem por aí, porém, esquecemos do principal intuito da educação que passa pela formação do cidadão, da constituição de um indivíduo capaz de resolver seus problemas da melhor maneira possível, com clareza de objetivos, com capacidade de pensar e até modificar algo na sociedade.
Essa é a questão "prática", que extrapola a questão de uso de "recursos".
Que tal ler um bom livro "no concreto", folheando-o, ao invés de digitar no google e achar comentários e mais comentários sobre um livro super complexo?
Vamos nos preocupar com a nossa "prática", prática "mesmo", em tudo!
Podemos começar pela EDUCAÇÃO. Que tal?

Pensem nisso.

Até mais!

12 agosto 2008

PLANEJAR O RETORNO!

Olá amigos!

Depois de muito tempo e, de certa forma, ajustes no meu planejamento, volto para alimentar este blog.
Talvez minhas palavras não estejam ecoando como eu gostaria, talvez ele esteja sendo visto por poucas pessoas, enfim...
Me proponho a falar sobre planejamento.
Pensando bem, eu não havia planejado esse post, nesse momento, nessas condições, de qualquer forma, através do blog, e por ele permitir a livre expressão de qualquer criatura, irei escrevendo, escrevendo e me encontrando nas idéias.
Falar sobre planejamento sob essas condições fica complicado mesmo.... vamos escrevendo e pensando, e tentando trazer as idéias à tona.
Vamos planejar da seguinte forma: quando eu tiver algo a falar sobre planejamento, direi! Na verdade, tenho muita coisa a falar sobre esse assunto; é meu conteúdo na universidade e falo sobre isso com todas as minhas turmas, o tempo todo!
Com o passar do dia vamos "aquecendo" as idéias... conversando com as pessoas, os alunos... vamos aguardar!

Não pense nisso!

Este post foi apenas um "retorno", um sinal de vida, um sopro de postagem!

Até mais!

15 maio 2008

WEBQUEST: O lado bom da web na educação.

Entrevista concedida por mim à revista PROFISSÃO MESTRE de Abril/2008 - Ano 9 - nº 103.
RECORTES DO TEXTO DE Gustavo Rodrigues para a Revista PROFISSÃO MESTRE de Abril/2008.


"O conceito é relativamente novo, não muito conhecido no Brasil, mas já visto como uma jóia do ensino aliado à tecnologia; uma revolução para as pesquisas escolares, que envolve alunos de todos os níveis da formação educacional."

O professor Vicente Cândido, ministrante de cursos do SINPRO-SP, que começou a atuar em educação e tecnologia em 1994 e pesquisa a metodologia da WEBQUEST desde 2000, sugere que a mais simples opção para criação de uma WQ é usar o Powerpoint e gerar um arquivo ".pps".

"Geralmente, um bom projeto de WQ inicia-se com base em uma WQ já publicada, já que, todo professor sente a necessidade de adaptá-la à sua prática, à sua realidade e a de seus alunos. Assim, naturalmente vai criando a sua mesmo sem perceber", observa.

"Existem diversas formas para se concluir uma WQ: podemos solicitar desde uma simples apresentação em powerpoint, vídeo, representação teatral, etc...depende do entusiasmo do professor e da sua criatividade", completa o Prof. Vicente Cândido. Completar on line também é possível, porém é provável que isso a descaracterize e a transforme numa "máquina de ensinar", remetendo ao ensino tradicional, a não ser que a atividade inclua propositalmente a consulta a um programa de perguntas e respostas ou algo parecido."

É isso!

Até mais!

07 fevereiro 2008

Formação de professores

Olá amigos!

Venho me dedicando à formação de professores para o uso de computadores e internet nas escolas desde que me conheço por professor, porém, é interessante saborear sempre o prazer que os professores sentem em descobrir algo simples e que está disponível na rede.
Creio que é essa apreciação que faço nas minhas oficinas que tem me direcionado para esse caminho. A descoberta de um meio simples de "passar o seu recado", de deixar a sua impressão e ainda usando a grande rede mundial de computadores!
Alguns não conhecem os recursos, outros, conhecem mas não entendem seu funcionamento, outros ainda, não conhecem e tem raiva de quem conhece!
Como em qualquer matéria, os temas agradam e desagradam, mas em um ponto, todos concordam: mesmo não utilizando plenamente é muito fácil tirar proveito da web e dos computadores!

É a constatação da descoberta de algo que sempre esteve em nossas idéias, bastando para isso que paremos para observar com olhos atentos e questionadores. É isso, simples assim.
Eu gostaria de descrever todos os detalhes e anotar todas as observações que faço durante minhas oficinas por aí, mas, infelizmente o tempo não me permite e também, minhas deficiências na escrita não deixariam que eu relatasse com fiel rigor esses momentos.

Prometo que farei deste meu diário um canal de expressão dessas observações...

Pense nisso.
Até mais!

Voltando!

Olá amigos!

É com prazer que "voltamos" à ativa e retornamos com "força total"!!
Ok. Sem muito ênfase no "força total" , afinal, voltamos de uma semana de carnaval e, como reza o calendário brasileiro, o país volta sempre depois do carnaval, certo?

Nas escolas o calendário letivo já está em pleno vigor e já começamos, mesmo estando sem alunos em algumas sentimos aos poucos um ritmo sendo apreendido... Confesso que ainda estou um tanto passivo diante desse movimento todo...

Mas todos nós sentimos que a coisa está deslanchando, não?!
Então amigos, só tem um jeito: façamos as coisas acontecerem! Acabaram as festas e o 2008 já está rolando. Vamos em frente! Crie; elabore; desenvolva; faça; refaça; edite;pesquise;... proporcione aulas diferenciadas para seus alunos e para você mesmo!

Bom retorno!!

Pense nisso.
Até mais!

11 dezembro 2007

PARADA OBRIGATÓRIA?

Olá amigos!
Depois de uma ausência, volto a falar um pouquinho aqui no APROPRIAR... é certo que falo com muitas pausas, já que minhas forças estão se esvaindo com o findar de mais um ano letivo.
Essas pausas refletem o peso de mais um ano cheio de trabalho, dificuldades, projetos bem-sucedidos, outros não tão bem assim, mas de qualquer forma, estamos somente esperando o recesso chegar, essa é que é a grande verdade.
Ainda temos que ouvir dos amigos que não são da área de educação sobre a questão de termos "duas férias anuais", "emendas nos feriados", e outras piadinhas... como aquela famosa: "Você trabalha ou só da aulas?"
Outra verdade é que somente nós que vivemos dentro da escola sabemos a real necessidade de pararmos esses dois períodos anuais. É algo providencial!
Alunos em recuperação: estresse bilateral; tanto professores quanto alunos "ficam" de recuperação. Portanto meus amigos, vamos nos preparar para que essas duas semaninhas passem rapidamente e para que o período de recesso seja bem lento para saborearmos mais um fim de ano. Como? É só ir contando os dias. Isso mesmo! Como você já deve estar fazendo por aí e eu por aqui!
Mas, não podemos esquecer: temos que ESQUECER da escola nesse recesso, senão não saborearemos esse período!
Se bem que, o bom mesmo é pensarmos em VOLTAR!!! Ano novo, agendas novas, projetos novos, colegas novos, novos planejamentos!
É isso que nos move!
Pararam pra pensar que sempre temos essa perspectiva de RENOVAÇÃO?
Pois, amigos, esse é o nosso grande TRUNFO!
E essa parada, embora seja obrigatória, na verdade é uma grande preparação!
Só de pensarmos no RETORNO às atividades, mesmo nesse meu texto despontam algumas "exclamações"!!!
Tento refletir aqui exatamente como estamos nos sentindo nesse momento. Já experimentaram falar sobre um novo projeto interdisciplinar nessa época? As idéias surgem "do nada" e, se retomadas se transformam em grandes idéias para o próximo ano letivo.
Então, para todos, um FELIZ ANO NOVO LETIVO!
Mas, com certeza, falarei mais sobre isso em um novo texto, aqui mesmo neste espaço.
Pensem nisso.
Até mais!

24 setembro 2007

EAD – Educação à Distância

Olá amigos!

1“A educação a distância teve início com os cursos por correspondência, que existem desde o século 18. De lá para cá muita coisa mudou. E a evolução das tecnologias de comunicação foi um dos grandes responsáveis pela expansão do setor ocorrida nos últimos dez anos.”

Como todos sabem, as dificuldades que encontramos em sala de aula são inúmeras, mas eis que surge algo que talvez colabore para minimizar essas dificuldades: o ensino à distância.

Existem os cursos de imersão, onde você participa presencialmente durante alguns dias por mês; os cursos totalmente on-line, onde você deve se conectar regularmente para acessar ao ambiente virtual e saber sobre as tarefas, participar dos fóruns ativos e deixar seus comentários e impressões sobre os assuntos. Nesse ambiente virtual ficam gravadas as suas navegações e toda a sua interação para que os tutores* acompanhem sua evolução e entendimento com relação às disciplinas.

Muito bem estruturados, os cursos dessa modalidade exigem dedicação e estudo e, para quem pensava que nesses cursos a exigência é fácil de ser driblada, engana-se: a disciplina é fundamental, a leitura e a participação/interação também, na verdade você está sendo avaliado o tempo todo!

Existem muitos cursos disponíveis, das menores até as mais renomadas instituições de ensino superior. O futuro caminha com certa velocidade para a otimização do nosso tempo de formação e estudo e, para quem tem os dias e as noites muito ocupados, basta trocar um período de 6 a 8 horas de estudo diários por 1 hora e meia em frente ao computador (no mínimo) por dia. Resolvemos assim as dificuldades de deslocamento até o local de estudo que, dependendo de qual região de São Paulo estamos falando, 1 hora e meia é o tempo mínimo que você fica parado no trânsito caótico. Um dos fatores importantes também é a possibilidade de se “frequentar” um curso à distância que seja ministrado de outros estados ou países. Isso é a modernidade!

Como não poderia deixar de ser, experimentei alguns desses cursos para ir apresentando mais algumas das possibilidades pelas quais você poderá se atualizar e “azeitar” a sua formação acadêmica; vale a pena fazer, não somente um, mas vários cursos à distância, até pelo preparo que esses cursos nos oferecem com relação a atualização profissional e pelo ritmo que nos faz imprimir nos estudos, voltando assim nossa carreira para esse mercado cada vez mais competitivo. Mais uma vez, são provas de que não poderemos fugir da tecnologia. Caro Professor, caríssima Professora, estamos cercados por tecnologia. Não está na hora de se render aos encantos e desafios desse novo mundo? Pense nisso. Até mais!


Acesso em: 17/out/2005

* um tutor é um profissional qualificado para fazer a mediação entre os conteúdos oferecidos pelas instituições de ensino e os estudantes.

SOBRE MÚSICA, MÚSICOS, PROFESSORES E COMPUTADORES

Olá amigos!

Quem me conhece, bem sabe que uma das minhas maiores frustrações é não saber tocar um instrumento musical. Tocar algo como, um violão, uma guitarra, bateria! E não foi por falta de tentativas: quando eu tinha uns dezessete anos tentei o violão: tinha que treinar muito, estudar a teoria musical, andar com o violão pra lá e pra cá, não deu. Depois, já com uns vinte e poucos anos, tentei a bateria: legal, mas não deu também. Não é que a música não esteja em mim, pelo contrário, sou até muito musical. O fato é que não me apropriei destas ferramentas. Diferente da minha relação com os computadores. Não pense que sou um nerd daqueles que não pode passar um dia sem usar o computador, apenas me identifico com ele, tenho algo à ver com ele, finalmente, trabalho com ele. Somos parceiros. Sem perder o fio da meada sobre o assunto música, outro dia li uma entrevista onde um repórter perguntava por que a Rita Lee só concedia entrevistas por e-mail, e ela respondeu que “o e-mail é uma mão na roda, bicho!”. Outros cantores e compositores se renderam ao computador para a criação de trilhas sonoras inteiras. Quem assistiu à “Durval Discos” sabe que o André Abujamra, compôs a música incidental, e criou depois, sobre as imagens digitais, conforme a função da ação dramática. Para isso usou um supercomputador capaz de sincronizar sons e imagens, orquestrar e gravar. Outro cantor dos anos 80, o Ritchie, abandonou os shows para produzir digitalmente, trilhas e jingles no computador. Isso não desqualifica o cantor e compositor, pelo contrário, o atualiza e inova (no caso do Ritchie, acho que ele fez a melhor opção!).
O computador agrega valores à experiência do músico profissional.

Nos tornamos educadores quando nossa prática, nosso tom de voz, nosso jeito de ser nos caracteriza. Somos professores quando aperfeiçoamos nossa prática, ao ponto de poder transmiti-la através das nossas aulas. Somos educadores quando nos identificamos em uma comunidade educativa. O músico tem a capacidade de identificação com as massas, com as diferentes tribos. Passa sua mensagem através de uma série de acordes, tons e sons. O professor também passa sua mensagem para as massas. O computador está favorecendo a criatividade de compositores e professores, a leitura deste texto e de diversas outras manifestações e produções culturais. A moda agora é música eletrônica, que nada mais é do que música feita pelo computador, e ninguém se importa com isso, ninguém quer saber como foram feitas as músicas, só querem dançar. E aproveitam até o último acorde, aprendem a dançar e a cantar. Na escola, o computador ainda é um bicho de sete cabeças, onde a resistência ao seu uso persiste. Não se importe com a máquina, direcione seus esforços para os resultados na aprendizagem, continue com suas aulas maravilhosas. Use o computador e não se esqueça: O computador agrega valores à experiência do professor.
Pense nisso. Até mais!

imagem: http://www.africafilmes.com.br/8E098173-7D04-4890-8C9B-1886B7ABA39C/Proj3%20Durval%20Discos_files/DURVAL%2004.jpg

14 agosto 2007

PÉROLAS DO VESTIBULAR: PARA RIR OU PARA CHORAR?

Olá amigos,

Decidi comentar com vocês um ponto de vista que, acredito, muitos de vocês concordam comigo: a divulgação das tais "pérolas do vestibular".
Como somos educadores, todos já sabemos do que se trata e, portanto, não faz-se necessária nenhuma explicação. O fato é que, vivemos recebendo esses e-mails repassados por diversas pessoas, (quem nunca recebeu um desses?). Há algum tempo, falo sobre tecnologia, computadores, sala de aula, inclusão digital, etc..., assim como diversos portais e seus inúmeros colunistas, mas é impressionante ainda perceber, como pessoas ligadas à educação divulgam esse tipo de informação, que não é desprezível, mas sim, extremamente preocupante! E esses "educadores" que repassam e encaminham essas mensagens se limitam a tratar seu conteúdo como piada ou diversão, isentando-se, mas a verdade é uma só: ISSO É UMA VERGONHA!

Para todos nós envolvidos com Educação e Cultura. Desabafo aqui o sentimento de muitos professores, porém, tenho certeza de que esse círculo vicioso de "geração de pérolas - divulgação por e-mail como piada" não vai cessar. Quando você, educador receber um destes e-mails, experimente ler atentamente as mensagens e confirme os erros grosseiros de ortografia, a enorme falta de concentração, dentre outras coisas consideradas como "pérolas", e, naturalmente você se sentirá envergonhado, como eu. Mas, não desista! Utilize seu e-mail de uma forma mais útil, conversando diretamente com seus alunos através dele, refletindo com seus amigos nessa troca intensa de correspondência virtual, enviando boas notícias ou até mesmo as ruins, mas não subestime esse canal aberto que temos nesse mundo virtual. De que adianta ouvirmos falar tanto sobre a evolução no uso da web, novas tecnologias na educação, web 2.0, se não soubermos aproveitar a nosso favor toda essa parafernália. Afinal, vivemos estudando com seriedade por tantos anos que isso não cabe em nosso currículo.
Ah! Não dou demagogo e sim, PEDAGOGO!


Pensem nisso. Até mais!

13 agosto 2007

Novo visual do BLOG APROPRIAR

Olá amigos,
Quem tem passado por aqui deve ter notado uma pequena mudança no visual do blog, não?
Pois é... a gente precisa mudar sempre! Não precisamos fazer grandes mudanças.... o simples deslocamento de informações no blog, de um lado para outro, já permite um novo olhar e novas descobertas!

17 julho 2007

GERAÇÃO AUTO-DIDATA EM TECNOLOGIA EDUCACIONAL

O uso das tecnologias na educação tem provocado muitos educadores. Educadores que, certamente, encontram-se incomodados com o futuro e com o presente da escola.
Da mesma forma com que nossos alunos estão conhecendo e dominando essas tecnologias, vem surgindo um grupo de ex-alunos preocupados com a formação destes atuais alunos.
Então, a meninada está se auto-gerindo, se organizando e se preparando para o futuro. Mas o que é o futuro se não nos basearmos em experiências anteriores, onde aprendemos errando e aperfeiçoamos nossa prática docente?
Conversando com uma colega especialista em informática educacional na escola pública, pude notar a preocupação e o zelo existente em vários dos projetos criados especialmente para a formação de professores, só que, quem acaba sendo protagonista destes projetos são os alunos. Os alunos, nossa principal fonte de experiência, acabam nos ensinando sempre. E o interesse despertado nos alunos, segundo essa companheira, experiente educadora, foi a melhor maneira de incluir digitalmente os professores nos projetos! E ainda, se valendo desse plano, a coisa vem dando certo! Não é nada absurdo. Pelo contrário, é uma alternativa criativa, motivadora e eficaz! Os professores estão aderindo aos projetos e utilizando o computador. Essa busca do conhecimento constante por parte dos alunos visa preencher lacunas vivenciadas por eles mesmos; curiosidades que não são despertadas por nós, seus professores. Será que é assim que deve funcionar? Uma geração de auto-didatas se preparando para resolver os próprios problemas com ênfase na sociedade da informação? E os mediadores deste processo? O uso do computador, que pode ser considerado como um dos principais meios tecnológicos utilizados atualmente, remete essa geração ao desfrute dos benefícios e da praticidade oferecida para os momentos de aprendizagem. E nós professores? Quando vamos estar preparados para essa geração?
Recentemente após a leitura de um livro* que narra a busca de um executivo pela própria essência e espiritualidade, pude acompanhar como é possível abandonar uma brilhante carreira para se tornar monge, e depois poder ensinar de forma clara e agradável os princípios fundamentais de liderança. Será que é preciso fazer com que nossos professores busquem sua essência para poder saber lidar com nossos atuais alunos?
Chego a conclusão de que, somente depois de dar o melhor de nós no trabalho educativo e podermos nos relacionar melhor com nossos alunos, além de sabermos nos relacionar melhor com nós mesmos através da troca de idéias e de discussões constantes, poderemos então, abrir novos horizontes em nossa forma de lidar com os outros. Será preciso nos tornarmos pessoas melhores para lidarmos com essa geração!
A responsabilidade do professor, (que já é tanta!) deve incorporar ainda mais, esses ingredientes! Pense nisso. Até mais!

Texto publicado em: www.vinhedonet.com.br em: 05/mai/05
republicado aqui pela relevância do tema.
*O Monge e o Executivo – Uma história sobre a essência da liderança - Hunter, James C. / Ed. Sextante

EAD – Educação à Distância

Olá amigos!

1“A educação a distância teve início com os cursos por correspondência, que existem desde o século 18. De lá para cá muita coisa mudou. E a evolução das tecnologias de comunicação foi um dos grandes responsáveis pela expansão do setor ocorrida nos últimos dez anos.”

Como todos sabem, as dificuldades que encontramos em sala de aula são inúmeras, mas eis que surge algo que talvez colabore para minimizar essas dificuldades: o ensino à distância.
Existem os cursos de imersão, onde você participa presencialmente durante alguns dias por mês; os cursos totalmente on-line, onde você deve se conectar regularmente para acessar ao ambiente virtual e saber sobre as tarefas, participar dos fóruns ativos e deixar seus comentários e impressões sobre os assuntos. Nesse ambiente virtual ficam gravadas as suas navegações e toda a sua interação para que os tutores* acompanhem sua evolução e entendimento com relação às disciplinas.
Muito bem estruturados, os cursos dessa modalidade exigem dedicação e estudo e, para quem pensava que nesses cursos a exigência é fácil de ser driblada, engana-se: a disciplina é fundamental, a leitura e a participação/interação também, na verdade você está sendo avaliado o tempo todo!
Existem muitos cursos disponíveis, das menores até as mais renomadas instituições de ensino superior. O futuro caminha com certa velocidade para a otimização do nosso tempo de formação e estudo e, para quem tem os dias e as noites muito ocupados, basta trocar um período de 6 a 8 horas de estudo diários por 1 hora e meia em frente ao computador (no mínimo) por dia. Resolvemos assim as dificuldades de deslocamento até o local de estudo que, dependendo de qual região de São Paulo estamos falando, 1 hora e meia é o tempo mínimo que você fica parado no trânsito caótico. Um dos fatores importantes também é a possibilidade de se “frequentar” um curso à distância que seja ministrado de outros estados ou países. Isso é a modernidade!
Como não poderia deixar de ser, experimentei alguns desses cursos para ir apresentando mais algumas das possibilidades pelas quais você poderá se atualizar e “azeitar” a sua formação acadêmica; vale a pena fazer, não somente um, mas vários cursos à distância, até pelo preparo que esses cursos nos oferecem com relação a atualização profissional e pelo ritmo que nos faz imprimir nos estudos, voltando assim nossa carreira para esse mercado cada vez mais competitivo. Mais uma vez, são provas de que não poderemos fugir da tecnologia. Caro Professor, caríssima Professora, estamos cercados por tecnologia. Não está na hora de se render aos encantos e desafios desse novo mundo? Pense nisso. Até mais!


1 Disponível em: http://novaescola.abril.com.br/index.htm?ed/168_dez03/html/tutor
Acesso em: 17/out/2005
* um tutor é um profissional qualificado para fazer a mediação entre os conteúdos oferecidos pelas instituições de ensino e os estudantes.

16 julho 2007

ALUNOS E PROFESSORES NO ORKUT

A grande rede de relacionamento que surgiu há algum tempo continua sendo a líder de aproximações entre as pessoas!
Entre alunos e professores não é diferente. Ela aproxima todo mundo que tenha perfil por lá. O interessante é que ainda não se descobriu uma utilização pedagógica para isso. Nem sei se seria o caso de desenvolvermos o seu uso para a escola (ainda não desisti!); penso que se apenas conscientizarmos nossos alunos para o uso desse recurso já será algo bastante educativo.
Por ora, a forma de expressão de alguns alunos é que precisa ser acompanhada, tanto pela escola como pela família; e aí surgem os problemas: tem professor que ainda não sabe o que é orkut; tem professor que “sabe”, mas não criou seu perfil lá por precaução; tem professor que nem quer saber. Criar o perfil para entender o orkut é o mínimo que se pede para quem quer “conhecer” esse ambiente. Porque senão esse professor vai continuar amedrontado com o desconhecido mundo virtual. Confesso que não é muito legal ver seu nome sendo escrito por alunos em uma eleição tipo: “qual o professor mais otário do colégio”; ou ainda, “qual o professor que você menos gosta”. E tudo isso, na forma de “enquetes”, coisa que talvez nossos alunos nem tenham aprendido em sala de aula! Porém, é melhor “desencanar” dessas coisas, mas não se afaste muito desse mundo, por isso vivo incentivando meus colegas a terem seu perfil criado virtualmente. Você encontra coisas boas, pessoas que não vê faz tempo, amigos velhos, ex-alunos brilhantes. Esse é o lado legal. Agora, vendo pelo lado “legal” da coisa, muito ainda está sendo discutido e nos noticiários já temos até denúncias de abuso e outras coisas ilícitas dentro desse mundo virtual que interfere pontualmente em nosso mundo real e presencial.
Não se afete por possíveis comunidades ou enquetes do tipo “eu odeio o professor fulano de tal”, mas, não deixe de se importar com isso, mesmo que seja inicialmente algo inocente ou coisa de adolescente; isso pode virar uma transposição do bullying real para o bullying virtual e daí para mais ofensas e coisas muito mais graves é um pulinho!

26 junho 2007

A IMPORTÂNCIA DO "FEEDBACK"


Muito se tem falado sobre o feedback, ou seja, o “retorno” sobre suas ações, posturas e atitudes. Segundo a wikipédia:
“Do radical feed, alimentar, e do radical back, voltar, teríamos retro-alimentar um sistema.”
Dentre as inúmeras definições e sobre o que nós mesmos entendemos sobre o que seja feedback, eu fico com a breve definição da wikipédia, porque o sentido se aplica diretamente à Escola.
Muita gente (de escola) acha que na escola não é preciso aplicar dinâmicas de gestão e, portanto, acha que o mundo da escola é totalmente diferente do mundo corporativo. Por isso odiamos aquela piadinha: “Você trabalha ou só dá aulas?”.
Sim, na escola temos as particularidades, assim como em qualquer outro “negócio”, mas sobre o feedback, creio que seja uma das coisas do mundo corporativo que precisam ser incorporadas ao mundo “escolar”.
Nós, professores recebemos um feedback quase que diário dos nossos alunos, não é mesmo? Já dos coordenadores e diretores, o feedback demora um pouco mais, dependendo da situação. Em algumas escolas, não se têm essa postura de comentar sobre sua prática em sala de aula e sobre os colegas de trabalho e alunos. Tive a sorte de passar por alguns desses tipos de situações. Digo sem sombra de dúvida que, nas raras vezes em que tive o retorno consegui modificar um pouco a minha prática e consegui consertar algo que não estava indo tão bem.
É claro que é preciso recebermos bem essa forma de crítica denominada feedback.
Professores são vaidosos e preservam-se muito, portanto é preciso ter um jeitinho especial para tratar com eles!
Esse é o ponto! Esse “jeitinho”.... tem que existir!!!

Não há coisa pior do que o clima que é gerado quando a escola precisa passar por uma “reestruturação”, "modificação em seus quadros”, “remodelação”, “consultoria educacional”, “auditoria interna”; enfim, todas essas coisas que já ouvimos falar antes (nas escolas particulares, principalmente!).

Pois é. Analisando um pouco isso e fazendo um link com o feedback, penso: será que não seria legal as escolas optarem pela dinâmica do feedback constante, ou pelo menos antes desses momentos críticos?
Porque o resultado disso a gente já sabe: professores desmotivados com a possibilidade de serem dispensados no final do ano letivo (ou no meio dele!). E isso é muito grave. A não ser que o professor saiba dos reais motivos de sua demissão inevitável ou, pelo menos, entenda-os. Precisamos pensar na escola como ela é e precisamos detectar os problemas que surgem pelo longo caminho do ano letivo. Precisamos cuidar da escola. Coordenadores e Diretores: Precisamos de feedback!! Não descaracterizaremos a administração escolar incorporando elementos do mundo corporativo!


18 junho 2007

NAVEGAR É IMPRESCINDÍVEL


Amigos, há muito tempo a informática deixou de ser uma coisa do outro mundo. Acredito que, quem procura acompanhar de perto o desenvolvimento da informática educacional nas escolas, sabe do que estou falando. Se você ainda não está interagindo bem com essa ferramenta, seja um observador do comportamento de seus alunos e você verá que navegar é preciso!

É muito fácil ouvir: “Te mando por e-mail!” ou “Peguei no site www.....”, mas na hora em que você se vê pensando em usar o computador na sala de aula, não sabe muito bem o que fazer com ele. Na verdade, o computador parece ser coisa do outro mundo mesmo e, nós só o procuramos quando precisamos “acessar o e-mail” ou navegar “naquele site”, ou ainda, ler “a linda mensagem que recebemos daquela amiga do sul”,... Enfim, nós professores pensamos em nossos conteúdos e matérias, projetos e provas, diários..., já estamos cheio de coisas para pensar e ter preocupações! Além disso, professores também vivem tendo que arranjar um tempinho para estudar e ainda cumprir com todos os compromissos docentes, porque não arranjar mais um para se dedicar a essa ferramenta por alguns minutos do seu dia, estudando essa máquina? Sem medo!

Receita para navegar

Ingredientes:
1 computador pessoal (PC = personal computer),
1 conexão com a internet,
1 assunto em pauta,
1 professor crítico e atento,
1 cadeira ergonômicamente confortável.

Modo de preparo:

Disponibilize um tempo razoável (uma tarde, uma manhã...) e acompanhe todos os passos à seguir:
Ligue o computador. Posicione-se confortavelmente na cadeira e olhe para o monitor na sua frente.
Conecte-se à web. Após se conectar, busque assuntos de seu interesse. Use os serviços de busca para que, através de uma palavra-chave, você encontre o que precisa. Pode ser o seu hobby, pode ser algo relacionado à sua área de atuação. “Navegue” pelos links disponíveis. Perca tempo com isso! Somente experimentando você entenderá a complicada linguagem do computador e, conseqüentemente, seus alunos. Observe as dificuldades que você terá. Quando navegamos por este mar de informações chamado internet, nossos horizontes se ampliam e o professor-pesquisador tem que despertar. Tem muita coisa boa na web, mas também tem muito lixo eletrônico. Levando em conta o seu nível de dificuldade operacional, vá mais lento ou acelere sua busca, selecionando os links cuidadosamente. Aceite recomendações de site, comece analisando seu conteúdo, entendendo sua lógica de disposição das informações: o menu principal oferece quais links? Algum te interessou? Então clique nele e leia, leia tudo e discorde, discuta e critique! Ao navegar, dedique seu precioso tempo para observar criticamente o material que você tem em mãos. Afinal, nem todos os sites disponibilizam informações 100% corretas! Se você ficar em dúvida sobre um assunto e sua fidedignidade, saiba que você terá 99% por cento de chance de que seu conhecimento é o que vale. Principalmente se for algo relacionado à sua disciplina. O tempo de pesquisa pode variar de acordo com sua disponibilidade. É impossível esgotar uma pesquisa em pouco tempo, sabemos disso.
O que vale mesmo é a interatividade, a sua atualização profissional.

Aperfeiçoe a sua prática! “Plugue-se” no mundo!

Rendimento: Não haverá rendimento se você não acrescentar o seu conteúdo à porção existente na web.

texto publicado em 15/11/2004 em:
http://www.vinhedonet.com.br
republicado aqui pela relevância do tema.
imagem de:
http://www.area3.net/portafolio/bhuhb/cuentos/color/barquito_72.jpg
contato:
vicente.candido@gmail.com